Sobre a Equipe


Coordenador: Antônio Marco Ventura Martins

Supervisora: Professora Silvana da Silva Avanci

Alunos Bolsistas: Aline Virginia Scorsato Sousa, Diego Cardoso, Jorge Luis Silvério de Lima, Larissa e Maria Eugenia Galindo

Quem sou eu

Minha foto
O projeto Pibid traz uma importante contribuição para a formação de futuros professores a partir da conciliação da teoria com a prática possibilitada pela experiência durante o curso de licenciatura. Sem esquecer da formação continuada para Coordenadores e Supervisores dos projetos. Partido de uma referência que o compromisso do professor com a aprendizagem deve ser de diversificar suas estratégias de ensino e envolver os alunos nas atividades que venha a propor, favorecendo sua participação ativa nas aulas e auxiliando-os na construção dos conhecimentos, no desenvolvimento da autonomia intelectual e dos valores éticos e morais. Por isso o Projeto Pibid, proprociona algo que é fundamental para os alunos das licenciaturas: a oportunidade de envolver-se em pesquisa e familiarizar-se com o ambiente escolar na área de História. Saiba mais em: http://www.ffcl.com.br/index.php/2012-02-01-12-05-51/pibid-ffcl

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Revolução Francesa - Convenção Nacional

A vitória do exército popular contra os reinos da Prússia e da Áustria, em 1792, que haviam tentado invadir a França fortaleceu os grupos políticos republicanos, o que levou ao fim da fase da Monarquia Constitucional da Revolução Francesa. A Proclamação da República em setembro de 1792 deu início a uma nova fase da Revolução, a da Convenção Nacional.

A Convenção Nacional havia sido eleita na Assembléia Nacional, funcionando como uma espécie de Poder Executivo. A instauração da República – famosa pelo lema liberdade, igualdade e fraternidade – levou à elaboração de uma nova Constituição, que buscava garantir maiores direitos às classes baixas da população.

Um novo calendário foi criado, indicando 1792, ano da proclamação da República, como o ano I do calendário revolucionário. Era uma forma de atacar o cristianismo e dar mais espaço ao racionalismo na vida social francesa.

A instauração da República era ainda uma forma de tentar resolver os problemas que existiam na sociedade francesa. Os países vizinhos, governados por antigas monarquias, pretendiam combater a República por ela representar uma ameaça a seu poder, pois a população desses países poderia ser influenciada pelos acontecimentos na França. A guerra ao governo francês foi o caminho usado para deter as ações republicanas.

Dentro da França havia problemas relacionados à falta de alimentos e à subida dos preços, além de não serem todas as camadas da população a concordarem com as medidas estabelecidas pela República. Revoltas aconteciam nas cidades do interior e nos campos. Na capital Paris, a revolução tendia a se radicalizar, com uma intensa participação política dos sans-culottes, que pretendiam ampliar os direitos sociais aos mais pobres.

Essas pressões tinham como consequência a divisão política dentro da Assembléia nacional, e mesmo na Convenção. Os grupos políticos dividiram-se em três: os girondinos, representantes da burguesia industrial; os membros da planície, ou pântano, aliados aos interesses da burguesia financeira; e a montanha, formada pelos jacobinos e condeliers, pequenos burgueses que tinham o apoio dos sans-culottes. Essa divisão política daria ainda origem aos termos direita e esquerda.

Os girondinos mantiveram-se à frente da Convenção Nacional no início. Entretanto, a radicalização da revolução e o fortalecimento dos jacobinos levaram a República a tomar novos rumos. O rei Luís XVI foi condenado por traição e executado na guilhotina em janeiro de 1793.

Os jacobinos conseguiram formar ainda um Comitê de Salvação Pública, proposto por Jean-Paul Marat, um dos líderes do grupo. Marat era conhecido como o Amigo do Povo, em decorrência do título de mesmo nome que tinha seu jornal, indicando sua ligação com os sans-culottes. Destacaram-se ainda como líderes jacobinos: Georges Danton, mais moderado, Maximilien Robespierre, Jacques-René Hébert e Louis Saint-Just, com posições mais radicais dentro do jacobinismo.

Além do Comitê de Salvação Pública, que combateria as ações contra-revolucionárias, foi formado ainda o Tribunal Revolucionário, que julgaria os inimigos da Revolução. Inúmeras pessoas foram julgadas e condenadas pelo Tribunal, sendo que a maioria foi executada na guilhotina. A rainha Maria Antonieta e vários girondinos perderam suas cabeças em praça pública.
A radicalização da Revolução ocorreu quando Marat foi assassinado em sua casa por uma girondina. A comoção popular decorrente do assassinato do Amigo do Povo levou os jacobinos a tomarem o poder, dando início ao período do Terror. A aplicação do terror revolucionário contra os inimigos do poder foi o motivo pelo qual o período foi assim denominado.

A liderança do governo coube a Robespierre e Saint-Just. As principais medidas adotadas estavam relacionadas ao controle dos preços dos alimentos (Lei dos Máximos), os direitos políticos foram estendidos a todos os homens maiores de 21 anos, buscou-se melhorar a saúde pública e a educação, com a criação de diversas escolas em vários níveis com o objetivo de instruir toda a população. Os jacobinos pretendiam ainda limitar o direito à propriedade privada, evitando a concentração de riqueza.

Essas medidas desagradaram os girondinos e a burguesia, que passaram a se opor a Robespierre. Este, por sua vez, perdeu aos poucos seus apoios políticos, principalmente em decorrência da condenação e execução deles. Hébert e Danton, por exemplo, foram guilhotinados.

Isolado e sem o apoio popular, Robespierre não resistiu à pressão dos girondinos. Foi preso e executado em julho de 1794, dia 09 do termidor, no calendário revolucionário. Era o início da reação termidoriana, que passaria a perseguir os sans-culottes e atacar as conquistas sociais do período da Convenção. Era a vitória dos girondinos e da burguesia. O golpe de Estado contra os jacobinos encerrou o período da Convenção Nacional, dando início a uma nova fase da revolução: o Diretório.

Fonte: http://www.escolakids.com/

8° F
Karina Aparecida M. de Almeida
Ana Carolina Ribeiro
Gustavo Pereira
Thales Emanuel S. F. da Silva

Revolução Francesa - Diretório (1794-1799)

Com o fim do governo jacobino e a execução da maioria de seus líderes na guilhotina, a alta burguesia francesa volta a deter o poder político. Esse período ficou conhecido como o do Diretório  (1794 - 1799).
O Diretório era um órgão composto por cinco membros, cuja função era administrar o país, apoiado por duas assembléias: a Assembléia dos Anciãos, formada por políticos mais velhos; e a Assembléia dos Quinhentos.

Durante esse período os direitos sociais instituídos pelos jacobinos foram minimizados ou até excluídos, como o direito a voto a todos os cidadãos e o fim de algumas outras leis.

O período do Diretório representou o estabelecimento pela burguesia francesa de uma República moderada, que acabava com as instituições do Antigo Regime, mas limitava a participação política, com a volta do voto censitário e o combate ao igualitarismo defendido pelos jacobinos.
Mas a burguesia não governou sem ameaças internas e externas durante o Diretório.

No plano interno, os ideais jacobinos foram retomados principalmente por Graco Babeuf, que auxiliou na organização política das camadas populares. Ele liderou em 1796 aConspiração dos Iguais, que atava os membros do Diretório e tinha por objetivo aprofundar as reformas revolucionárias populares, buscando alcançar a igualdade efetiva entre os homens, principalmente através da proposta de criação de uma “comunidade de bens de trabalho”.

A Conspiração dos Iguais foi esmagada pelo Diretório, e Babeuf foi preso em maio de 1796 junto a outros líderes da revolta popular. Um ano depois Babeuf foi condenado à morte na guilhotina.

No plano externo, o Diretório enfrentava países vizinhos que temiam a influência da Republica sobre as populações dos países ainda monárquicos. Inglaterra, Áustria e Prússia formaram uma nova coligação com o objetivo de conter os avanços militares do exército francês no continente europeu.

Na continuação das guerras do período revolucionário, o exército francês realizou campanhas no norte da Itália e em outras localidades da Europa Ocidental, além de também guerrear na Suíça, em Malta, no Egito e na Síria. Mas os objetivos e os ideais do exército francês haviam se alterado. Era naquele momento mais um exército identificado com seus superiores, principalmente os generais, do que com as instituições civis republicanas construídas após a queda do rei Luís XVI.

Nesse contexto surgiu a figura do jovem general Napoleão Bonaparte. Com uma ascensão meteórica no exército francês e identificado com os ideais republicanos, Bonaparte tornou-se general aos 24 anos de idade. As campanhas vitoriosas realizadas principalmente na Itália e no Egito garantiram a Napoleão um enorme prestígio junto ao Diretório.

A instabilidade interna e as ameaças externas deixaram apreensiva a burguesia francesa. Parte do Diretório passou a organizar um golpe de Estado. Em 9 de novembro de 1799, ou 18 de Brumário no calendário revolucionário francês, Napoleão Bonaparte foi colocado à frente do poder de Estado na França. Formou-se um Consulado para governar o país com três cônsules: Sieyès, Roger Ducos e Bonaparte.
Com esse fato, tinha fim mais um período da Revolução Francesa e iniciava-se a Era Napoleônica.

Fonte: http://www.escolakids.com/


8° G
Ingrid Vitória N. da Silva
Gabriella Eduarda de Freitas Barbosa
Gabriely Cristina C. da Silva
Maria Isadora de Lima Teixeira
Ana Carolina C. da Silva