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Coordenador: Antônio Marco Ventura Martins

Supervisora: Professora Silvana da Silva Avanci

Alunos Bolsistas: Aline Virginia Scorsato Sousa, Diego Cardoso, Jorge Luis Silvério de Lima, Larissa e Maria Eugenia Galindo

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O projeto Pibid traz uma importante contribuição para a formação de futuros professores a partir da conciliação da teoria com a prática possibilitada pela experiência durante o curso de licenciatura. Sem esquecer da formação continuada para Coordenadores e Supervisores dos projetos. Partido de uma referência que o compromisso do professor com a aprendizagem deve ser de diversificar suas estratégias de ensino e envolver os alunos nas atividades que venha a propor, favorecendo sua participação ativa nas aulas e auxiliando-os na construção dos conhecimentos, no desenvolvimento da autonomia intelectual e dos valores éticos e morais. Por isso o Projeto Pibid, proprociona algo que é fundamental para os alunos das licenciaturas: a oportunidade de envolver-se em pesquisa e familiarizar-se com o ambiente escolar na área de História. Saiba mais em: http://www.ffcl.com.br/index.php/2012-02-01-12-05-51/pibid-ffcl

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Os Maias

Os Maias eram uma civilização dotada de amplo conhecimento em matemática, física, agricultura e artes. Eles dominavam a escrita em hieróglifos e tinham um complexo sistema econômico. Sistema numérico

Os maias utilizavam um sistema numérico de base 20, escrito de cima para baixo, com 3 símbolos diferentes, o olho, o ponto e o traço.
Esta foi provavelmente a mais antiga das civilizações pré-colombianas, porém perdeu em desenvolvimento se comparada aos Incas e aos Astecas. Habitaram nas florestas tropicais, atualmente localizadas nas regiões da Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (México).Hoje, mais de mil anos depois, o desaparecimento dos Maias ainda é um mistério para arqueólogos. A principal questão é: o que levou uma civilização tão inteligente a entrar em colapso e desaparecer?
Um novo estudo, feito por cientistas da Rice University, nos EUA, acaba de reforçar uma das principais teorias para o desparecimento dos Maias: a seca.

RELIGIÃO


Os deuses maias possuíam uma natureza antropomorfa, fitomorfa, zoomorfa e astral. A figura mais importante do panteão maia é Itzamná, deus criador, senhor do fogo e do coração. Representa a morte e o renascimento da vida na natureza. Itzamná é vinculado ao deus Sol, Kinich Ahau, e à deusa Lua, Ixchel, representada como uma velha mulher demoníaca. Alguns pesquisadores acreditam que seu nome deriva das palavras com as quais supostamente se definiu ante os homens: "Itz en Caan, itz en muyal" ("Sou o orvalho do céu, sou o orvalho das nuvens"). Porém, também parece significar 'Casa da Iguana'. 

Segundo esta idéia, haveria quatro Itzamnás, correspondentes às quatro direções do Universo. Quatro gênios ou divindades, os Bacabs, por outro lado, aparecem sustentando o céu, identificados com os quatro pontos cardeais, que por sua vez estão associados a quatro cores simbólicas (Leste,vermelho; Norte, branco; Oeste, preto; Sul, amarelo), uma árvore (a seiva sagrada) e uma ave. Segundo a versão de alguns povos maias, seria filho de Hunab Ku, ser supremo e todo-poderoso. Chac, que se destacava pelo nariz comprido, ocupava o lugar de deus da chuva e costumava aparecer multiplicado em chacs, divindades que produzem a chuva esvaziando suas cabaças e jogando machados de pedra. As uo (rãs) são suas companheiras e agem anunciando a chuva. O jovem deus do milho, Ah Mun estava relacionado com a vegetação e com o alimento básico; freqüentemente brigava com o deus da morte, Ah Puch, Senhor do nono inferno. Outras divindades associadas às trevas e à morte são Ek Chuah, deus negro da guerra, dos mercadores e das plantações de cacau, e também Ixtab, deusa dos suicídios.

DO MILHO AO HOMEM


Humanos foram criados para fazer companhia aos superiores
Os deuses da criação maia resolveram gerar uma raça de adoradores para ter companhia. Criaram os animais, mas, quando viram que eles não tinham voz, mandaram os bichos para as selvas. Os deuses criaram então o homem, primeiro de lama, mas ele se dissolveu. Moldaram um homem de madeira, mas ele não tinha alma. Enfurecidos, os deuses destruíram o mundo com chuva e fogo. Em uma última tentativa, mais deuses criadores se juntaram e fizeram o homem de farinha de milho. Finalmente deu certo, e os maias passaram a crer que o milho era a matéria-prima de sua formação.

A MORTE É O DE MENOS


Na mitologia maia, os mortos iam para o reino subterrâneo de Xibalba, o “local do medo”. Seus pontos de entrada, chamados de cenotes, eram cavernas ou pequenos lagos. Apesar de existirem paraísos em áreas dentro de Xibalba, o que marcava o reino subterrâneo eram dez deuses demoníacos (entre eles, Kinich-Ahau), associados ao sofrimento humano. Quando chegavam a Xibalba, os mortos não eram julgados, como em outras culturas, mas passavam por provações e testes, como rios de sangue, fogo, frio, morcegos e leopardos.

CALENDÁRIO  


O povo maia tinha muito conhecimento sobre astronomia.Desenvolveram a aritmética de maneira que ela permitiu cáculos astronômicos de uma exatidãõ admiravel.Conheciam o movimento do sol,da lua,e de vênus e provavelmente de outros planetas.A numeraçao escrita era simbolizada por pontos e traços.Inventaram o conceito de abstação matemática,o valor zero fazendo-o intervir nos seus calculos e cronologias. Sabiam que os maias tinham um cálendario muito parecido com o nosso vou falar pra voces como era. O cálendario se baseava no sistema análogo.O dia(Kin) era uma unidade  de tempo,acima da qual vinha o Unial,correspondendo a um mês de 28 dias,o Tun equivalia ao ano.O cálendario  maia era superior ao de todos os povos da antiguidade.Compreendia  um ano solar de 365 dias,um ano bissexto de 366 dias e um venusiano de 260 dias.O crecimento da cultura maia se revela principalmente no terreno intelectual,devido á complexidade da sua escrita , so foram descobertos ate agora os simbolos relativos ao tempo.

OS MAIAS HOJE


Atualmente, mais de sete milhões de Maias vivem nas suas regiões originais, e muitos ainda mantêm muito de sua cultura ancestral. Alguns estão integrados com a cultura dos países onde vivem, mas muitos ainda utilizam a linguagem Maia como idioma principal.

REFERÊNCIAS


http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quais-sao-os-principais-deuses-maias
http://www.historiadomundo.com.br/maia/religiao-maia.htm
http://hypescience.com/21479-10-incriveis-fatos-sobre-a-civilizacao-maia/
http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/civilizacao-maia-entrou-em-colapso-por-causa-da-seca-diz-estudo

Trabalho produzido pelos alunos do 8ª G da escola Humberto França
Maria Julia Oliveira, Maria Eduarda Ferreira, Ana Beatriz Pereira, Ana Carolina Theodoro, Jacqueline Alves sob orientação da aluna de graduação em História e bolsista do Pibid Luciana Santos Nogueira.

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