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Coordenador: Antônio Marco Ventura Martins

Supervisora: Professora Silvana da Silva Avanci

Alunos Bolsistas: Aline Virginia Scorsato Sousa, Diego Cardoso, Jorge Luis Silvério de Lima, Larissa e Maria Eugenia Galindo

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O projeto Pibid traz uma importante contribuição para a formação de futuros professores a partir da conciliação da teoria com a prática possibilitada pela experiência durante o curso de licenciatura. Sem esquecer da formação continuada para Coordenadores e Supervisores dos projetos. Partido de uma referência que o compromisso do professor com a aprendizagem deve ser de diversificar suas estratégias de ensino e envolver os alunos nas atividades que venha a propor, favorecendo sua participação ativa nas aulas e auxiliando-os na construção dos conhecimentos, no desenvolvimento da autonomia intelectual e dos valores éticos e morais. Por isso o Projeto Pibid, proprociona algo que é fundamental para os alunos das licenciaturas: a oportunidade de envolver-se em pesquisa e familiarizar-se com o ambiente escolar na área de História. Saiba mais em: http://www.ffcl.com.br/index.php/2012-02-01-12-05-51/pibid-ffcl

segunda-feira, 29 de junho de 2015

O trabalho compulsório na Colonização Espanhola

Vamos entender o que são formas de trabalho compulsório e como essas formas de trabalho simplesmente destruiu civilizações inteiras, e como podemos ver  os reflexos que isso ainda deixa em nossa sociedade. Primeiro devemos entender dois conceitos  mita e encomenda. Mita uma forma de trabalho escravo compulsório introduzida pelos espanhóis nas antigas civilizações , consistia basicamente na superexploração da mão de obra indígena na extração de minérios, prata, mercúrio e ou na agricultura . A prática da mita trouxe efeitos devastadores sobre a saúde daqueles que eram escolhidos para o trabalho compulsório e contribui basicamente  na destruição de inúmeras comunidades indígenas. 


A encomienda funcionava como uma troca onde os índios recebiam em educação, catequese e alimentos por sua mão de obra. No final do século XVIII com a disseminação iluminista e a crise espanhola houve o processo de independência que daria fim ao parto colonial, mas não resolveria o problema das populações subordinadas do continente americano. 

Com isso concluímos que o homem destruiu civilizações inteiras em busca de interesses próprios e não se importa, com religiões e tradições, a ganância sempre prevalece, e hoje ainda podemos ver que em nada mudou essas formas de explorações. Vemos pessoas se venderem em troca de míseros pagamentos e as vezes ate mesmo obrigadas a fazer trabalhos exaustivos e crianças que perdem sua infância e educação para realizarem trabalhos pesados,  talvez por não terem opção, as vezes com consentimento dos próprios pais. Com isso notamos que a história não e uma coisa morta sem fundamentos, é muito do que somos hoje e reflexo de pessoas que sofreram no passado seja na forma de trabalho escravo, ou nas guerras.
 


Trabalho produzido pelos alunos do 8°ano G: Marilia, Karolaine, Fernanda e Tainara da Escola Humberto França de Ituverava sob supervisão do estudante de graduação em História e bolsista do Pibid Diego Cardoso.

Referências



http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/escravidao-ontem-e-hoje-trabalho-compulsorio-ainda-existe-no-brasil.htm    
https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20100618112830AA8MQCJ
http://www.egov.ufsc.br/portal/sites/default/files/anexos/22971-22973-1-PB.pdf

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