Sobre a Equipe


Coordenador: Antônio Marco Ventura Martins

Supervisora: Professora Silvana da Silva Avanci

Alunos Bolsistas: Aline Virginia Scorsato Sousa, Diego Cardoso, Jorge Luis Silvério de Lima, Larissa e Maria Eugenia Galindo

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O projeto Pibid traz uma importante contribuição para a formação de futuros professores a partir da conciliação da teoria com a prática possibilitada pela experiência durante o curso de licenciatura. Sem esquecer da formação continuada para Coordenadores e Supervisores dos projetos. Partido de uma referência que o compromisso do professor com a aprendizagem deve ser de diversificar suas estratégias de ensino e envolver os alunos nas atividades que venha a propor, favorecendo sua participação ativa nas aulas e auxiliando-os na construção dos conhecimentos, no desenvolvimento da autonomia intelectual e dos valores éticos e morais. Por isso o Projeto Pibid, proprociona algo que é fundamental para os alunos das licenciaturas: a oportunidade de envolver-se em pesquisa e familiarizar-se com o ambiente escolar na área de História. Saiba mais em: http://www.ffcl.com.br/index.php/2012-02-01-12-05-51/pibid-ffcl

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Revolução Francesa - Convenção Nacional

A vitória do exército popular contra os reinos da Prússia e da Áustria, em 1792, que haviam tentado invadir a França fortaleceu os grupos políticos republicanos, o que levou ao fim da fase da Monarquia Constitucional da Revolução Francesa. A Proclamação da República em setembro de 1792 deu início a uma nova fase da Revolução, a da Convenção Nacional.

A Convenção Nacional havia sido eleita na Assembléia Nacional, funcionando como uma espécie de Poder Executivo. A instauração da República – famosa pelo lema liberdade, igualdade e fraternidade – levou à elaboração de uma nova Constituição, que buscava garantir maiores direitos às classes baixas da população.

Um novo calendário foi criado, indicando 1792, ano da proclamação da República, como o ano I do calendário revolucionário. Era uma forma de atacar o cristianismo e dar mais espaço ao racionalismo na vida social francesa.

A instauração da República era ainda uma forma de tentar resolver os problemas que existiam na sociedade francesa. Os países vizinhos, governados por antigas monarquias, pretendiam combater a República por ela representar uma ameaça a seu poder, pois a população desses países poderia ser influenciada pelos acontecimentos na França. A guerra ao governo francês foi o caminho usado para deter as ações republicanas.

Dentro da França havia problemas relacionados à falta de alimentos e à subida dos preços, além de não serem todas as camadas da população a concordarem com as medidas estabelecidas pela República. Revoltas aconteciam nas cidades do interior e nos campos. Na capital Paris, a revolução tendia a se radicalizar, com uma intensa participação política dos sans-culottes, que pretendiam ampliar os direitos sociais aos mais pobres.

Essas pressões tinham como consequência a divisão política dentro da Assembléia nacional, e mesmo na Convenção. Os grupos políticos dividiram-se em três: os girondinos, representantes da burguesia industrial; os membros da planície, ou pântano, aliados aos interesses da burguesia financeira; e a montanha, formada pelos jacobinos e condeliers, pequenos burgueses que tinham o apoio dos sans-culottes. Essa divisão política daria ainda origem aos termos direita e esquerda.

Os girondinos mantiveram-se à frente da Convenção Nacional no início. Entretanto, a radicalização da revolução e o fortalecimento dos jacobinos levaram a República a tomar novos rumos. O rei Luís XVI foi condenado por traição e executado na guilhotina em janeiro de 1793.

Os jacobinos conseguiram formar ainda um Comitê de Salvação Pública, proposto por Jean-Paul Marat, um dos líderes do grupo. Marat era conhecido como o Amigo do Povo, em decorrência do título de mesmo nome que tinha seu jornal, indicando sua ligação com os sans-culottes. Destacaram-se ainda como líderes jacobinos: Georges Danton, mais moderado, Maximilien Robespierre, Jacques-René Hébert e Louis Saint-Just, com posições mais radicais dentro do jacobinismo.

Além do Comitê de Salvação Pública, que combateria as ações contra-revolucionárias, foi formado ainda o Tribunal Revolucionário, que julgaria os inimigos da Revolução. Inúmeras pessoas foram julgadas e condenadas pelo Tribunal, sendo que a maioria foi executada na guilhotina. A rainha Maria Antonieta e vários girondinos perderam suas cabeças em praça pública.
A radicalização da Revolução ocorreu quando Marat foi assassinado em sua casa por uma girondina. A comoção popular decorrente do assassinato do Amigo do Povo levou os jacobinos a tomarem o poder, dando início ao período do Terror. A aplicação do terror revolucionário contra os inimigos do poder foi o motivo pelo qual o período foi assim denominado.

A liderança do governo coube a Robespierre e Saint-Just. As principais medidas adotadas estavam relacionadas ao controle dos preços dos alimentos (Lei dos Máximos), os direitos políticos foram estendidos a todos os homens maiores de 21 anos, buscou-se melhorar a saúde pública e a educação, com a criação de diversas escolas em vários níveis com o objetivo de instruir toda a população. Os jacobinos pretendiam ainda limitar o direito à propriedade privada, evitando a concentração de riqueza.

Essas medidas desagradaram os girondinos e a burguesia, que passaram a se opor a Robespierre. Este, por sua vez, perdeu aos poucos seus apoios políticos, principalmente em decorrência da condenação e execução deles. Hébert e Danton, por exemplo, foram guilhotinados.

Isolado e sem o apoio popular, Robespierre não resistiu à pressão dos girondinos. Foi preso e executado em julho de 1794, dia 09 do termidor, no calendário revolucionário. Era o início da reação termidoriana, que passaria a perseguir os sans-culottes e atacar as conquistas sociais do período da Convenção. Era a vitória dos girondinos e da burguesia. O golpe de Estado contra os jacobinos encerrou o período da Convenção Nacional, dando início a uma nova fase da revolução: o Diretório.

Fonte: http://www.escolakids.com/

8° F
Karina Aparecida M. de Almeida
Ana Carolina Ribeiro
Gustavo Pereira
Thales Emanuel S. F. da Silva

Revolução Francesa - Diretório (1794-1799)

Com o fim do governo jacobino e a execução da maioria de seus líderes na guilhotina, a alta burguesia francesa volta a deter o poder político. Esse período ficou conhecido como o do Diretório  (1794 - 1799).
O Diretório era um órgão composto por cinco membros, cuja função era administrar o país, apoiado por duas assembléias: a Assembléia dos Anciãos, formada por políticos mais velhos; e a Assembléia dos Quinhentos.

Durante esse período os direitos sociais instituídos pelos jacobinos foram minimizados ou até excluídos, como o direito a voto a todos os cidadãos e o fim de algumas outras leis.

O período do Diretório representou o estabelecimento pela burguesia francesa de uma República moderada, que acabava com as instituições do Antigo Regime, mas limitava a participação política, com a volta do voto censitário e o combate ao igualitarismo defendido pelos jacobinos.
Mas a burguesia não governou sem ameaças internas e externas durante o Diretório.

No plano interno, os ideais jacobinos foram retomados principalmente por Graco Babeuf, que auxiliou na organização política das camadas populares. Ele liderou em 1796 aConspiração dos Iguais, que atava os membros do Diretório e tinha por objetivo aprofundar as reformas revolucionárias populares, buscando alcançar a igualdade efetiva entre os homens, principalmente através da proposta de criação de uma “comunidade de bens de trabalho”.

A Conspiração dos Iguais foi esmagada pelo Diretório, e Babeuf foi preso em maio de 1796 junto a outros líderes da revolta popular. Um ano depois Babeuf foi condenado à morte na guilhotina.

No plano externo, o Diretório enfrentava países vizinhos que temiam a influência da Republica sobre as populações dos países ainda monárquicos. Inglaterra, Áustria e Prússia formaram uma nova coligação com o objetivo de conter os avanços militares do exército francês no continente europeu.

Na continuação das guerras do período revolucionário, o exército francês realizou campanhas no norte da Itália e em outras localidades da Europa Ocidental, além de também guerrear na Suíça, em Malta, no Egito e na Síria. Mas os objetivos e os ideais do exército francês haviam se alterado. Era naquele momento mais um exército identificado com seus superiores, principalmente os generais, do que com as instituições civis republicanas construídas após a queda do rei Luís XVI.

Nesse contexto surgiu a figura do jovem general Napoleão Bonaparte. Com uma ascensão meteórica no exército francês e identificado com os ideais republicanos, Bonaparte tornou-se general aos 24 anos de idade. As campanhas vitoriosas realizadas principalmente na Itália e no Egito garantiram a Napoleão um enorme prestígio junto ao Diretório.

A instabilidade interna e as ameaças externas deixaram apreensiva a burguesia francesa. Parte do Diretório passou a organizar um golpe de Estado. Em 9 de novembro de 1799, ou 18 de Brumário no calendário revolucionário francês, Napoleão Bonaparte foi colocado à frente do poder de Estado na França. Formou-se um Consulado para governar o país com três cônsules: Sieyès, Roger Ducos e Bonaparte.
Com esse fato, tinha fim mais um período da Revolução Francesa e iniciava-se a Era Napoleônica.

Fonte: http://www.escolakids.com/


8° G
Ingrid Vitória N. da Silva
Gabriella Eduarda de Freitas Barbosa
Gabriely Cristina C. da Silva
Maria Isadora de Lima Teixeira
Ana Carolina C. da Silva

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Civilização Maia

A civilização Maia habitou a região das florestas tropicais das atuais Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (sul do atual México). Este povo nestas regiões entre os séculos IV a.C e IX a.C. Entre os séculos IX e X , os toltecas invadiram essas regiões e dominaram a civilização maia.

Organização e sociedade 


     Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos vizinhos. As cidades formavam o núcleo de decisões e práticas políticas e religiosas da civilização e eram governadas por um estado teocrático.O império maia era considerado um representante dos deuses no Planeta Terra. A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos. 

Economia e agricultura


A economia era baseada na agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação do solo eram muito avançadas para a época. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império. Ergueram pirâmides, templos e palácios,  sociedade maia possuía um tipo de organização bastante rígido e primordialmente determinado pelo nascimento do indivíduo. No topo da hierarquia estava a família real, os ocupantes dos cargos políticos mais prestigiados e os ricos comerciantes locais. Na camada intermediária, encontramos os outros integrantes do funcionalismo público, o militares de menor patente e os trabalhadores especializados. Por fim, a base de tal sociedade era integrada por trabalhadores braçais e camponeses.de avanço arquitetônico. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos, uso de tintas em tecidos e roupas.

Religião


A religião deste povo era politeísta, pois acreditavam em vários deuses ligados à natureza. Elaboraram um eficiente e complexo  calendário que estabelecia com exatidão os 365 dias do ano. os maias acreditavam que os vários aspectos de sua vida poderiam ser determinados pela ação das divindades. Não por acaso, muitos dos deuses cultuados tinham ação sobre os astros e os diversos elementos da natureza. Em seus rituais, vemos que a utilização de sacrifícios era bastante recorrente. Em muitos casos, o sacrifício de seres humanos eram um dos mais prestigiados eventos religiosos de tal sociedade



Escrita 


Assim como os egípcios, usaram uma escrita baseada em símbolos e desenhos (hieróglifos). Registravam acontecimentos, datas, contagem de impostos e colheitas, guerras e outros dados importantes.

Matemática maia


 Desenvolveram muito a matemática, com destaque para a invenção das casas decimais e o valor zero.

Referências


http://www.suapesquisa.com/pesquisa/maias.htm
http://www.brasilescola.com/historiag/a-civilizacao-maia.htm

Trabalho produzido pelos alunos do 8ºF Victória Louzada, Maria Eduarda, Victor Hugo, Julia Martins, Ellen Cristina, Mariana Pereira da escola Humberto França de Ituverava sob orientação da estudante de graduação em História e bolsista do Pibidi Luciana Santos Nogueira.


Os Maias

Os Maias eram uma civilização dotada de amplo conhecimento em matemática, física, agricultura e artes. Eles dominavam a escrita em hieróglifos e tinham um complexo sistema econômico. Sistema numérico

Os maias utilizavam um sistema numérico de base 20, escrito de cima para baixo, com 3 símbolos diferentes, o olho, o ponto e o traço.
Esta foi provavelmente a mais antiga das civilizações pré-colombianas, porém perdeu em desenvolvimento se comparada aos Incas e aos Astecas. Habitaram nas florestas tropicais, atualmente localizadas nas regiões da Guatemala, Honduras e Península de Yucatán (México).Hoje, mais de mil anos depois, o desaparecimento dos Maias ainda é um mistério para arqueólogos. A principal questão é: o que levou uma civilização tão inteligente a entrar em colapso e desaparecer?
Um novo estudo, feito por cientistas da Rice University, nos EUA, acaba de reforçar uma das principais teorias para o desparecimento dos Maias: a seca.

RELIGIÃO


Os deuses maias possuíam uma natureza antropomorfa, fitomorfa, zoomorfa e astral. A figura mais importante do panteão maia é Itzamná, deus criador, senhor do fogo e do coração. Representa a morte e o renascimento da vida na natureza. Itzamná é vinculado ao deus Sol, Kinich Ahau, e à deusa Lua, Ixchel, representada como uma velha mulher demoníaca. Alguns pesquisadores acreditam que seu nome deriva das palavras com as quais supostamente se definiu ante os homens: "Itz en Caan, itz en muyal" ("Sou o orvalho do céu, sou o orvalho das nuvens"). Porém, também parece significar 'Casa da Iguana'. 

Segundo esta idéia, haveria quatro Itzamnás, correspondentes às quatro direções do Universo. Quatro gênios ou divindades, os Bacabs, por outro lado, aparecem sustentando o céu, identificados com os quatro pontos cardeais, que por sua vez estão associados a quatro cores simbólicas (Leste,vermelho; Norte, branco; Oeste, preto; Sul, amarelo), uma árvore (a seiva sagrada) e uma ave. Segundo a versão de alguns povos maias, seria filho de Hunab Ku, ser supremo e todo-poderoso. Chac, que se destacava pelo nariz comprido, ocupava o lugar de deus da chuva e costumava aparecer multiplicado em chacs, divindades que produzem a chuva esvaziando suas cabaças e jogando machados de pedra. As uo (rãs) são suas companheiras e agem anunciando a chuva. O jovem deus do milho, Ah Mun estava relacionado com a vegetação e com o alimento básico; freqüentemente brigava com o deus da morte, Ah Puch, Senhor do nono inferno. Outras divindades associadas às trevas e à morte são Ek Chuah, deus negro da guerra, dos mercadores e das plantações de cacau, e também Ixtab, deusa dos suicídios.

DO MILHO AO HOMEM


Humanos foram criados para fazer companhia aos superiores
Os deuses da criação maia resolveram gerar uma raça de adoradores para ter companhia. Criaram os animais, mas, quando viram que eles não tinham voz, mandaram os bichos para as selvas. Os deuses criaram então o homem, primeiro de lama, mas ele se dissolveu. Moldaram um homem de madeira, mas ele não tinha alma. Enfurecidos, os deuses destruíram o mundo com chuva e fogo. Em uma última tentativa, mais deuses criadores se juntaram e fizeram o homem de farinha de milho. Finalmente deu certo, e os maias passaram a crer que o milho era a matéria-prima de sua formação.

A MORTE É O DE MENOS


Na mitologia maia, os mortos iam para o reino subterrâneo de Xibalba, o “local do medo”. Seus pontos de entrada, chamados de cenotes, eram cavernas ou pequenos lagos. Apesar de existirem paraísos em áreas dentro de Xibalba, o que marcava o reino subterrâneo eram dez deuses demoníacos (entre eles, Kinich-Ahau), associados ao sofrimento humano. Quando chegavam a Xibalba, os mortos não eram julgados, como em outras culturas, mas passavam por provações e testes, como rios de sangue, fogo, frio, morcegos e leopardos.

CALENDÁRIO  


O povo maia tinha muito conhecimento sobre astronomia.Desenvolveram a aritmética de maneira que ela permitiu cáculos astronômicos de uma exatidãõ admiravel.Conheciam o movimento do sol,da lua,e de vênus e provavelmente de outros planetas.A numeraçao escrita era simbolizada por pontos e traços.Inventaram o conceito de abstação matemática,o valor zero fazendo-o intervir nos seus calculos e cronologias. Sabiam que os maias tinham um cálendario muito parecido com o nosso vou falar pra voces como era. O cálendario se baseava no sistema análogo.O dia(Kin) era uma unidade  de tempo,acima da qual vinha o Unial,correspondendo a um mês de 28 dias,o Tun equivalia ao ano.O cálendario  maia era superior ao de todos os povos da antiguidade.Compreendia  um ano solar de 365 dias,um ano bissexto de 366 dias e um venusiano de 260 dias.O crecimento da cultura maia se revela principalmente no terreno intelectual,devido á complexidade da sua escrita , so foram descobertos ate agora os simbolos relativos ao tempo.

OS MAIAS HOJE


Atualmente, mais de sete milhões de Maias vivem nas suas regiões originais, e muitos ainda mantêm muito de sua cultura ancestral. Alguns estão integrados com a cultura dos países onde vivem, mas muitos ainda utilizam a linguagem Maia como idioma principal.

REFERÊNCIAS


http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quais-sao-os-principais-deuses-maias
http://www.historiadomundo.com.br/maia/religiao-maia.htm
http://hypescience.com/21479-10-incriveis-fatos-sobre-a-civilizacao-maia/
http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/civilizacao-maia-entrou-em-colapso-por-causa-da-seca-diz-estudo

Trabalho produzido pelos alunos do 8ª G da escola Humberto França
Maria Julia Oliveira, Maria Eduarda Ferreira, Ana Beatriz Pereira, Ana Carolina Theodoro, Jacqueline Alves sob orientação da aluna de graduação em História e bolsista do Pibid Luciana Santos Nogueira.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Os Incas


Na cidade de Machu Picchu existiu um povo que habitou e dominou o que hoje são os países: Chile, Peru, Bolívia e Equador, e são denominados Incas. Eles viveram de 3000 a.C. á 1500 d.C. e foram conhecidos por sua cultura. Em meio a tudo isto os Incas se estabeleceram em sociedade, criaram uma religião e formaram uma economia forte, no entanto toda está tradição foi esquecida quando os espanhóis invadiram á região. Mas graças aos padres espanhóis que reescreveram a historia dos Incas, podemos estuda-la mais profundamente.

Sua sociedade foi estabelecida em três partes, formando uma pirâmide hierárquica: no topo o imperador e os sacerdotes que adoravam aos deuses, no meio os nobres vindos de família Inca e na base ou no final da pirâmide os escravos que eram selecionados para proteger os nobres, na maior parte da sociedade, as famílias se aglomeravam em aldeias de casas feitas de pedra bruta, havia também um poder militar composto por camponeses recrutados e tinham como armas, machadas, atiradeiras e martelos. Os Incas instituíram a educação em sociedade, mas somente os filhos de nobres recebiam ensino, as mulheres com dez anos eram selecionadas e levadas para Cuzco e lá educadas pelas mulheres Incas, depois disso, algumas se tornavam esposas do Imperador e outras permaneciam virgens para tecer e fiar roupas imperiais.

Os Incas adoravam á vários deuses que tinha sua característica própria para cada aspecto da vida social Inca, como: Pacha Mama que era encarregado da fertilidade da terra, Mama Sara deusa do milho que por sua vez era o alimento principal para os Incas. E também deuses respectivos á natureza, como: Mama Quilla: mãe lua, Mama Cocha: deusa do mar e Wacon: deus maligno, que tinha poderes para trazer a seca e devorar crianças.

Em sua economia, os Incas privilegiavam a agricultura, tinham um eficiente sistema de irrigação que foi construída nas montanhas da cidade de Machu Picchu, como mostra a figura 1 abaixo, eram como escadas que se tornavam verdes quando cultivadas. Eles plantavam e colhiam; milho, batatas, batata doce e outros grãos. No comércio, havia trocas de mercadorias, e para que tudo fosse justo, os Incas criaram um sistema de contagem que nomearam quipu; três cordas indicavam a dezena, a centena e o milhar.  

Na arte, os Incas eram grandes colecionadores de ouro que se encontrava na região, este foi um dos motivos dos espanhóis atacarem os Incas. E na arquitetura se destacou os muros, pois as pedras eram colocadas perfeitamente, encaixando uma na outra sem cimento e mesmo ocorrendo terremotos naquela região, os muros permanecem lá até hoje.

Desta maneira, podemos finalizar este texto mostrando as características essenciais dos povos Incas e como eles foram importantes naquela época e atualmente estudando como estes povos viviam culturalmente. E mesmo que os descendentes indígenas que moram até hoje no Peru não pratiquem a cultura Inca, ela pode ser vista na cidade turística de Machu Picchu e estudada nos livros que descrevem toda á Historia da civilização Inca.

Figura 1: Sistema de irrigação nas montanhas de Machu Picchu
www.youtube.com/grandescivilizaçoes-imperio-incas



A cultura dos povos Incas




Produção de maquete com o tema: A sociedade dos Incas (templo e habitantes).

Alunos que produziram a maquete. Eric Santos de Sousa, Gustavo Pereira, Marcelo Zago de Aguiar, Pedro Humberto, Thales Manoel, Thallis Francisco. 
Imagem de um Deus Inca realizado por Thallis Francisco
Desenho feito por Gustavo Pereira
Desenho feito por Gustavo Pereira

Referências:

www.mundoestranho.abril.com.brwww.suapesquisa.com/deuses-incas.htmwww.suapesquisa.pesquisa/incas.htmwww.blogdaengenharia.com/machu-picchu-a-engenharia-dos-incaswww.youtube.com/grandescivilizaçoes-imperio-incashttp://www.madesp.com.br/portal/tutorial_incas.aspBURLAND, C. A. – Os Incas. Editora: Melhoramentos; Edição: 20ª, 2002.

Trabalho produzido pelos alunos: Eric Santos de Sousa, Gustavo Pereira, Marcelo Zago de Aguiar, Pedro Humberto, Thales Manoel, Thallis Francisco do 8°F da escola Humberto França de Ituverava, sob a orientação da estudante em graduação em História e bolsista do Pibid Maria Eugênia Galindo.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

O trabalho compulsório na Colonização Espanhola

Vamos entender o que são formas de trabalho compulsório e como essas formas de trabalho simplesmente destruiu civilizações inteiras, e como podemos ver  os reflexos que isso ainda deixa em nossa sociedade. Primeiro devemos entender dois conceitos  mita e encomenda. Mita uma forma de trabalho escravo compulsório introduzida pelos espanhóis nas antigas civilizações , consistia basicamente na superexploração da mão de obra indígena na extração de minérios, prata, mercúrio e ou na agricultura . A prática da mita trouxe efeitos devastadores sobre a saúde daqueles que eram escolhidos para o trabalho compulsório e contribui basicamente  na destruição de inúmeras comunidades indígenas. 


A encomienda funcionava como uma troca onde os índios recebiam em educação, catequese e alimentos por sua mão de obra. No final do século XVIII com a disseminação iluminista e a crise espanhola houve o processo de independência que daria fim ao parto colonial, mas não resolveria o problema das populações subordinadas do continente americano. 

Com isso concluímos que o homem destruiu civilizações inteiras em busca de interesses próprios e não se importa, com religiões e tradições, a ganância sempre prevalece, e hoje ainda podemos ver que em nada mudou essas formas de explorações. Vemos pessoas se venderem em troca de míseros pagamentos e as vezes ate mesmo obrigadas a fazer trabalhos exaustivos e crianças que perdem sua infância e educação para realizarem trabalhos pesados,  talvez por não terem opção, as vezes com consentimento dos próprios pais. Com isso notamos que a história não e uma coisa morta sem fundamentos, é muito do que somos hoje e reflexo de pessoas que sofreram no passado seja na forma de trabalho escravo, ou nas guerras.
 


Trabalho produzido pelos alunos do 8°ano G: Marilia, Karolaine, Fernanda e Tainara da Escola Humberto França de Ituverava sob supervisão do estudante de graduação em História e bolsista do Pibid Diego Cardoso.

Referências



http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/escravidao-ontem-e-hoje-trabalho-compulsorio-ainda-existe-no-brasil.htm    
https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20100618112830AA8MQCJ
http://www.egov.ufsc.br/portal/sites/default/files/anexos/22971-22973-1-PB.pdf

Trabalho forçado na época da Colonização Espanhola

Para iniciarmos nosso assunto é de total importância sabermos como foi a colonização espanhola nas terras indígenas, ate então consideradas desabitadas. Quando os navios espanhóis atracaram nas encostas dessas ilhas se depararam com um continente totalmente inóspito, mas só não sabiam que nessas terras já existiam civilizações avançadas, civilizações essas dos incas, astecas e maias, cada uma de seu modo desenvolveu grandiosas construções e uma arte incontestável digna de admiração.

Essas civilizações viviam da agricultura, caça, e pesca. mas como toda civilização e formada por crenças e tradições quando se depararam com os espanhóis pensavam serem eles figuras divinas vindas do mar, talvez esse descuido fez com que os espanhóis pudessem se aproveitar mais fácil e começaram a se aproveitar. 

Aqui começa uma forma de exploração, pois os espanhóis viram nessas tribos mão de obra mas fácil e acessível, todos sem exceção eram obrigados a trabalhar, mulheres, crianças, a trabalhos cansativos e desumanos. Aqui começa um verdadeiro extermínio, talvez isso foi um dos fatores que contribuíram para o fim dessa cultura tão bonita e cheia de beleza.

Podemos admirar suas construções que desafiaram os séculos, chegando ate hoje para mostrar como o homem é surpreendente. Muitas dessas obras estão espalhadas por museus do mundo todo.


Concluímos com isso que o homem sem duvida  não e muito diferente dessa colonização que destruiu essas tribos, ainda hoje vemos como pessoas são massacradas todos os dias seja por  sua cor, religião é como se fosse um circulo vicioso onde somente o interesse prevalece.

 Referências


http://pt.slideshare.net/Chsunday19/a-conquista-e-a-colonizao-espanhola-na-amrica-27309510
http://www.suapesquisa.com/pesquisa/maias.htm
http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs/index.php/vernaculo/article/viewFile/21592/20231


Trabalho produzido pelos alunos do 8º F da Escola Humberto França de Ituverava sob supervisão do aluno de graduação em História e bolsista do Pibid Diego Cardoso.

domingo, 28 de junho de 2015

A economia dos povos Incas e outros aspectos de sua civilização


Diante de uma população que crescia constantemente os povos Incas estabeleceram regras basicas á serem seguidas para que sua economia fluísse com pacificidade. Entre estes podemos citar o mais importante: pagar tributos ao Imperador Inca, sem exceção, todos os niveis da sociedade, ou seja, não havia lideres que favorecessem alguma classe social.

Sua principal atividade econômica era a agricultura, plantavam mais de setecentos vegetais, os que mais prevaleciam na população eram: batatas, batatas doce, pimenta, algodão, milho e mandioca. 

Mesmo que sua localidade fosse com uma altitude alta para plantação( na cidade de Machu Picchu), os Incas estabeleceram um sistema de irrigação que vinha das chuvas e descia nas lacunas que eles construíram, sendo assim, um sistema de irrigação mais eficiente da população. A caça também ganhava espaço naquela época, forneciam carne, como: cervo, aves e peixes.

Em sua economia utilizavam ainda o comércio, no entanto sem um sistema de moedas, eles faziam trocas ou escambo, o trabalho era remunerado com alimentação e mercadorias.

Nos dias atuais, foi considerado por muitos engenheiros, que a cidade de machu picchu foi uma construção enigmatística, pois sua localização não poderia receber tamanha obra, deixando em duvida como as pedras chegaram até lá e como sem a utilização de cimento( que não existia na época), as construções terem sobrevivido até os dias de hoje, mesmo depois da invasão dos espanhóis. Existe uma teoria de que os Incas usavam cinco tipos de ervas para amaciar a pedra para que logo depois fosse cortada e organizadas em muros. E também a indícios que os Incas demoraram 50 anos para construir Machu Picchu, mas somente viveram 100 anos naquela região.

http://visaodemundos.blogspot.com.br/2013/10/trabalho-de-historia-escolastica-rosa.html


A educação dos Incas


Na educação, somente os filhos dos chefes militares que poderiam ser educados, na escola de Cuzco, onde aprendiam história, agrimensura, respeito a um deus supremo, com uma educação severa á base de jejuns e exercícios pesados que poderiam levar á morte. Terminado este período de escola, cada menino tinha a orelha furada pelo representando Inca e este passava a ser um simbolo de distinção perante a sociedade. Os Incas criaram um sistema de escrita e contagem que denominavam quipu, cordas amarradas que representavam números e letras.

Religião 


Eram politeístas, acreditando em deuses respectivos á natureza, como: sol, lua, terra e o vento, mas acreditavam também em um deus criador, denominado Viracocha, que criou os animais e os seres humanos e sendo este o possuidor de todas as coisas, os Incas adoravam á este, e não ofereciam sacrifícios.

Destaques: vestimenta- A população em geral de vestia naturalmente, com roupas simples, somente o Imperador se vestia com materiais mais finos com muito ouro e mais detalhes, em sua cabeça ele usava um toucado envolta de ouro e penas, usava ainda, um casaco decorado com joias e turquesas, sem deixar de mencionar os acessórios feito á ouro que o Imperador sempre usava. 


Os Incas atualmente


Sabe-se que os descendentes dos Incas são índios que vivem atualmente no Peru que era a capital de Cuzco. No entanto são somente descendentes, não praticam os mesmos costumes que os Incas na época. Ao longo dos anos os peruanos sofreram diferentes modificações que começou com a invasão espanhola na região, sendo incapazes de reagir contra isso, e aceitando seu estado moral como um trabalhador com inteligência medíocre e sabendo pouco.

http://visaodemundos.blogspot.com.br/2013/10/trabalho-de-historia-escolastica-rosa.html
No mapa as legendas em amarelo são respectivas as regiões que os Incas dominavam.


Roupas usadas na Antiguidade pelos Incas. Produzidas pelas alunas Maria Vitória e Ana Carolina.


Referências

www.blogdaengenharia.com
www.youtube.com/arquiteturainca
www.folhaonline.com/descendentesdosincas
www.historiadomundo.com/religião-inca
www.estudopratico.com.br/povos-incas-economia-e-politica
http://ocandelabrodojhon.blogspot.com.br/2012/02/escrita-dos-incas.html
http://www.ehow.com.br/vestuario-antigo-incas

Trabalho produzido pelos alunos do 8°ano G: Ana Carolina Pereira Rosa da Silva, Marcela Cristina Pereira Ferreira, Maria Isadora, Maria Vitória Ireno, Vinicius Pinheiro Neres da escola Humberto França de Ituverava, sob a orientação da estudante em graduação em História e bolsista do Pibid Maria Eugênia Galindo.




sábado, 27 de junho de 2015

A Igreja Católica na colonização da América espanhola 8ºG

Havia uma forte influência e grande poder que a Igreja exercera na idade média, conhecida até mesmo como uma grande senhora feudal. Assim a Igreja muitas vezes assumia seu papel no Estado, controlando pelo seu clero.

A partir da colonização da América pelos espanhóis, podemos ressaltar a importância da Igreja na cristianização e na conquista espiritual dos indígenas a partir do século XV.

Os colonos forçavam os índios a se converterem ao cristianismo e tentaram de várias formas.

Os espanhóis se sentiam superiores aos índios. Os nativos aceitavam trocar seu ouro por bugigangas, pois não tinham idéia do valor que o ouro tinha.

Bartolomeu de Las Casas


Como a maioria, Bartolomeu estava motivado pelo espírito aventureiro quando veio para a América, logo se adaptando ao novo estilo de vida. No início aceitou o ponto de vista convencional quanto à exploração da população indígena, e também participou dos ataques as tribos.

Em 1511 escutou o célebre Sermão do Advento por frei António de Montesinos, no qual este defendia a dignidade dos indígenas. O profundo impacto daquela pregação levou Bartolomeu a converter e defender os indígenas.

Comparando a Igreja católica da época com o islamismo hoje


Ainda hoje existe a conquista e a conversão forçada e os grupos extremistas.

Os extremistas do Estado islâmico fizeram uma convocação aos mulçumanos de todo o mundo para que persigam os cristãos de forma ininterrupta.

A mensagem destinada aos simpatizantes do terrorismo religioso foi entregue em tom de ameaça aos seguidores de Jesus Cristo.

Mohamma AL-Adnani, porta-voz do grupo terrorista, disse que as ações perpetradas pelos mulçumanos nos países do Oriente Médio e na França são apenas o começo da perseguição.





Referências


http://bloghistoriacritica.blogspot.com.br/2010/03/igreja-catolica-na-colonizacao-da.html
http://lyvrearbitrio.blogspot.com.br/2012/04/lider-cristao-e-decapitado-por-radicais.html

Trabalho produzido pelos alunos: Ellen Duque Araújo da Silva, Gabriely Cristina Costa da Silva,Victor Hugo da Silva Carrijo, Letícia Lopes do 8° G da escola Humberto França de Ituverava com a orientação da estudante de graduação em História e bolsista do Pibid Aline Virginia Scorsato Sousa.


A religião na colonização da América Espanhola 8ºF

Os espanhóis se sentiam mais inteligentes e superiores aos povos nativos. Ao chegarem na América encontraram povos estranhos, canibais, analfabetos e politeístas.
Para os espanhóis os nativos eram povos sem cultura, assim a Igreja inicia o processo de catequização dos índios, para introduzi-los a cultura européia e a religião católica.

A Igreja buscou o controle das tribos, pois era também uma maneira de submetê-los à coroa. Essas tribos, entretanto já tinham sua própria religião e cultura, porém não foram respeitados.

A brutalidade contra os índios foi tanta que foram criadas leis de proteção para os índios daquela época, leis essas que nunca foram respeitadas.

Entra em cena então a inquisição, que foi uma forma violenta de repressão contra aqueles que não seguiam os dogmas da igreja.

Com a destruição de representações pagãs, a Igreja adotou a cristianização por meio de imagens cristãs, ou seja, substituíram representações de deuses pagãos por imagens cristãs, que eram impostas com as verdadeiras divindades. Com isso produziram santuários e capelas com imagens cristãs, com o intuito de que finalmente os nativos se adaptassem.

Comparativo entre a Igreja Católica dos séculos XV e XVI com o Estado Islâmico de hoje.

Religiões e suas atrocidades:

Igreja Católica



Tomás de Torquemada foi um grande inquisidor de Castela. Milhares de pessoas foram queimadas durante seu mandato.

Jacob Sprenger e Heinch Institutoris publicam “Malleus Malleficarum”, manual de caça as bruxas, que ensina a caçar e queimar as bruxas.

O rei e a rainha “muito católicos” expulsaram milhares de judeus da Espanha.

Os judeus que eram convertidos eram perseguidos e tinham que fazer o teste da banha de porco, que é comer uma salada com banha de porco. Quem não come a carne suína morre.

França expulsa em 1306 os judeus de seu país. Em 1290 a Inglaterra e em 1496 Portugal.

Em 1504 acontece o maior “ato de fé” da História: Diego Rodrigues Lucero queima vivos 107 judeus falsos convertidos.



Estado Islâmico




Santuários com mesquitas que abrigavam os túmulos dos profetas Jonas e Daniel foram demolidos pelo grupo extremista islâmico.

Destruíram igrejas, incendiaram escritos milenares e obrigaram os cristãos deixarem a religião.

Centenas de homens mortos por eles e mulheres sequestradas e escravizadas.

Doutrinam crianças para a jihad.

Usam a internet para divulgar vídeos e recrutar novos jihadistas.

Entraram em confronto com soldados do Iraque, Irã, Líbano, Síria e Turquia. Segundo dados, ao todo o número de vítimas do EI é de 2500 pessoas.

“O homem é o animal mais cruel. Foi com tragédias, touradas e crucificações que até agora ele se sentiu melhor na Terra; e, quando inventou o inferno, este foi seu céu na Terra.”
                                                                                                                          Friederich Nietzsche


Referências


http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/a-igreja-catolica-e-a

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/radicais+islamicos+atacam+tribunal+e+igrejas+na+indonesia/n1237993007929.html

Trabalho produzido pelos alunos Gabriel Cavalcanti Francisco, Karina Marsolla, Cinthia Alves, Ana Lidia Oliveira, Murilo Lopes do 8° ano F da Escola Humberto França de Ituverava sob orientação da estudante de graduação em História e bolsista do Pibid Aline Virginia Scorsato Sousa







quinta-feira, 25 de junho de 2015

Civilização Asteca

Civilização Asteca


Entre os anos de 1.325 e 1.521, durante a América pré- Colombiana, os povos Astecas se destacaram, sendo os mais poderosos e desenvolvidos. Viveram na América do Norte, mais precisamente no território correspondente ao México.
Os povos Astecas ou Aztecas eram certos grupos étnicos a região central do atual México, que falavam a língua  Náuatle como língua principal e que dominavam uma parte grande da Mesoámerica entre os séculos XIV e XVI. As seguintes palavras em Náuatle Azteatl (singular) e Aztecah (plural) tem o significado de povos de Aztlán. Muitas vezes o termo Asteca se refere aos povos astecas que moravam em Tenochtitlan, hoje localizada na Cidade do México, que fica em uma ilha no antigo  lago Texcoco .A partir do do século XIII, o Vale do México era o coração da civilização asteca e capital da Aliança Asteca. A cidade Tenochtitlan, foi construída sobre ilhotas levantadas sobre o lago Texcoco, assim um império tributário que expandiu sua hegemonia política, para além do Vale do México conquistando outras cidades-Estado
em toda a Mesoamérica.  

Sociedade 

Os Astecas eram chefiados por um imperador que dependia bastante da ajuda dos funcionários na administração das terras e na construção do império.que tinham um forte objetivo na conquista de novas terras e no contato entre os homens e deuses. 
Os astecas eram povos guerreiros, sua sociedade era dirigida por militares, escolhidos entre quatro chefes militares de maior prestígio, que tinham o controle de toda a população. 
A sociedade  era dividida em quatro classes ou camadas sociais. a primeira era formada pela família real onde o rei -tlacaterecuble- era considerado semideus e comandava os exércitos e governava o império, sendo responsáveis pelas leis impostos, construções, e dos alimentos do império.
A segunda camada era formada pelos militares que dividiam em três grupos: os conselheiros de Estado, na qual ajudava o rei a governar, os oficiais graduados que atuavam como juízes e generais e os oficiais menores graduados que cuidavam da segurança da cidade. 
 A terceira camada era formada pelos artesões e comerciantes e a quarta camada, era formada pelos cidadãos comuns como: os camponeses e escravos. A sociedade asteca era monogâmica, mas as vezes permitiam a poligamia. Os indivíduos de classe mais baixa, podiam melhorar a sua posição social dentro da sociedade, pois os reis escolhiam os melhores guerreiros para serem oficiais e os presenteavam com terras roupas e jóias. 

Agricultura


Ao decorrer da expansão Asteca, a agricultura foi se tornando a principal atividade econômica, cultivavam a mandioca, cacau, algodão, fumo, milho tomate, pimenta entre outros.
 Desenvolveram técnicas agrícolas que superaram as limitações naturais da região, mesmo habitando uma região com terrenos alagados. 
Uma curiosa técnica agrícola se desenvolveu quando as chinampas foram construídas. Chinampas era um tipo de canteiro flutuante construído de madeira trançada sobre áreas lacustres, nos quais se realizava o cultivo de algumas plantas. Na supercicie da chinampa era depositada a lama fértil que é encontrada no fundo dos lagos, dessa forma foi possível aumentar a produção agrícola. Além disso, os astecas utilizaram também canais de irrigação que tornava possível o plantio em regiões que eram menos férteis.


Comércio

Possuíam uma vasta rede de comercio e tinham um sistema de administração tributária. Seu comércio, depois da agricultura, desempenhava um importante papel na economia em grandes mercados, as pessoas realizavam troca de artes.
Os comerciantes e artesãos eram admirados pelas suas habilidades em dominar difíceis técnicas tipo a ourivesaria. Alem de controlarem uma pequena parte da economia dos Astecas, eles circulavam pelo império realizando trabalhos no Estado e praticando a espionagem. Sabendo de sua importância a maioria não era obrigada a pagar tributos ao Estado.

Cidades

Quando o imperador Montezuma II, comandava no começo do século XVI, o império Asteca era formado por cerca de 500 cidades, que pagavam altos impostos ao imperador. Após isso, os espanhóis dominaram o império e tomaram  partes dos objetos de ouro, e não dando-se por satisfeitos, ainda escravizaram e forçaram os Astecas a trabalharem nas minas de ouro e prata da região.Tenochititla, esta cidade asteca apresentava um gigantesco conjunto aquitetônico, no qual se destacavam a " piramide do Sol " com 60m de altura, 225m de lado na base quadrada, resultando em 1 milhão de metros cúbicos de terra revestida de pedra) e a "pirâmide da Lua" (42m de altura e 1.600m² na base), Outras cidades Históricas são Coatepec, Chaputepec, Itzpalapam, Tlacopán, Coyotepec.


Religião


A religião dos Astecas era uma mistura de elementos, crenças e tradições de diversos povos antigos Mesoamericanos. A religião dava grande importância à criação do universo, à situação humana em relação ao divino, ligada principalmente à agricultura e às chuvas. 


Os Astecas eram politeístas, acreditando em vários deuses, sendo estes deuses ligados ao ´ciclo solar ou atividade agrícola. Realizavam rituais de sacrifícios humanos que era bastante normal.   No ritual de sacrifício era escolhido o mais bravo prisioneiro de guerra a cada ano, no dia de sua morte, ele tocava sua flauta no cortejo, acompanhado dos sacerdotes e quatro moças.   No início, a religião deles era bem mais simples, só se tornou mais complexa quando eles entraram em contato como os povos vizinhos, dos quais foram incorporando novos elementos.

Alguns deuses Astecas: Quantico, Xipe Totec, Chochimetl, Centeol, Quetzalcoátl, Coatlicue, Ilmatecuhtli, Tezacatlipoca, Tlaloc, Xolotl, xochipilli, Atlacoya, Ometeotl, Chalmecacihult, Chalchitotolim.


Astronomia 

As tribos primitivas da América Central, conheciam o conceito do número zero, o que colaborou para a base de cálculos abstratos nas civilizações Maias e Astecas, por volta de 1479, desenvolveram a pedra do Sol, uma peça legitima de medidas monumentais, esculpida com os símbolos correspondentes aos dias e meses do calendário mexicano.

Medicina

No terreno da medicina, o povo Asteca soube ocultar suas habilidades frente às ciências medicinais europeias, durante a época colonial. Os tratamentos das doenças foram baseados em dois aspectos: saúde espiritual, cujo desequilíbrio abria as portas à deteriorização física, por potro lado, recorreram a medicamentos herbários para ajudar na cura sintomática.

Os Astecas Hoje

O México é o lar dos astecas, embora o Império Asteca tenha caído quando o espanhol Hernán Cortés, conquistou Tenochtitlán em 1521, o náuatle, idioma dos astecas, ainda está bem vivo. É falado por cerca de 1 milhão e meio de indígenas em pelo menos 15 estados mexicanos. Ele contribuiu para a preservação de algumas das antigas crenças astecas.
Em suas isoladas comunidades na serra, os náuatles realizam várias festividades dedicadas aos seus santos padroeiros, algumas durando dias ou até semanas. O livro El Universo de Los Aztecas, diz que o povo indígena “associa a adoração dos santos da Igreja Católica às cerimônias que eram praticadas antes de Cortés”. Os náuatles também estão muito envolvidos com o espiritismo. Quando ficam doentes, eles procuram os curandeiros, que realizam rituais de purificação e sacrifícios de animais. Além disso, a taxa de analfabetismo é muito grande; a maioria não sabe ler espanhol nem náuatle. Enraizados em suas tradições e língua, e mergulhados na pobreza, eles têm sido marginalizados pela sociedade.


Trabalho produzido pelos alunos: Marcelo, Luis Felipe, Pedro e Wender do 8º ano G da escola Humberto França da Cidade de Ituverava. Os alunos foram orientados pelo estudante de graduação em História e bolsista do Pibid Jorge Luis Silvério de Lima.


quarta-feira, 3 de junho de 2015

Alunos iniciam projeto de pesquisa em sala digital

Os alunos dos 8º anos F e G da Escola Municipal Humberto França iniciaram o projeto de pesquisa em sala digital. Nessa etapa, os alunos orientados por estudantes de graduação em história da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ituverava, pesquisam e desenvolvem trabalhos baseados no conteúdo abordado em sala de aula pela professora de história Silvana Avanci. O tema dessa pesquisa inicial foi a Colonização da America Espanhola e os alunos tem pesquisado diversos assuntos como: as Civilizações Asteca, Maia, Inca, além de outros temas como: trabalho compulsório e a influencia da Igreja na época.



Alunos, coordenadores, professores e instrutores trabalhando juntos no projeto